O Agosto Laranja é o mês de conscientização sobre o diagnóstico da esclerose múltipla, uma doença neurológica crônica e autoimune que afeta o sistema nervoso central.
Um ponto crucial no enfrentamento dessa condição é o diagnóstico precoce, e a ressonância magnética desempenha papel importante nesse processo.
Os exames de imagem podem ser aliados na identificação mais detalhada das alterações no sistema nervoso central. Neste artigo, vamos explorar como a ressonância magnética auxilia na identificação da esclerose múltipla.
O que é a esclerose múltipla e por que o diagnóstico precoce é importante?
A esclerose múltipla (EM) é uma condição inflamatória crônica, em que o sistema imunológico ataca a bainha de mielina — uma camada protetora dos neurônios. Esse processo leva à formação de lesões e afeta a comunicação entre o cérebro e o corpo.
Detectar a esclerose múltipla nos estágios iniciais é importante para o médico estabelecer um plano de cuidado adequado às necessidades de cada paciente.
Tratamentos podem ser indicados para retardar a progressão da doença. Por isso, o quanto antes o diagnóstico for realizado, melhores são as possibilidades de acompanhamento e da aplicação de estratégias terapêuticas.
A ressonância magnética no diagnóstico da esclerose múltipla
A ressonância magnética (RM) pode auxiliar na avaliação de doenças neurológicas, incluindo a esclerose múltipla.
Isso porque o exame permite a visualização em alta definição do cérebro e da medula espinhal, identificando lesões características da doença.
Na prática clínica, a RM pode mostrar placas de desmielinização — áreas em que a mielina foi danificada. Esses achados são valiosos para o neurologista correlacionar com os sintomas clínicos e outras investigações, como exames laboratoriais e análise do líquor.
A técnica utilizada para a detecção das lesões pode variar. Com o uso de contraste, por exemplo, é possível diferenciar lesões antigas de lesões recentes, o que contribui diretamente para a definição da atividade da doença.
Ainda assim, a indicação do exame e a interpretação devem ser sempre realizadas por médicos especializados.
Critérios diagnósticos e papel da imagem
A ressonância magnética não é isoladamente conclusiva, mas integra os critérios diagnósticos de McDonald, internacionalmente reconhecidos para a esclerose múltipla.
Os critérios exigem a comprovação de disseminação das lesões no tempo e no espaço, algo que a RM consegue demonstrar de forma mais detalhada, desde que feita com protocolos adequados.
Além disso, a ressonância pode ser repetida ao longo do tempo para monitorar a evolução da doença ou a resposta ao tratamento.
O exame não expõe o paciente à radiação e pode ser feito respeitando os protocolos definidos por órgãos reguladores como a Anvisa.
O valor da campanha Agosto Laranja na conscientização
A campanha Agosto Laranja busca informar a população sobre os sinais iniciais da esclerose múltipla, como formigamentos, alterações visuais, desequilíbrios e fadiga. O conhecimento sobre esses sintomas é importante para que a busca por avaliação médica ocorra o quanto antes.
É neste cenário que a ressonância magnética se apresenta como uma ferramenta que fornece imagens detalhadas do sistema nervoso central, permitindo ao especialista uma avaliação cuidadosa para chegar ao diagnóstico de forma fundamentada.
O papel do Anga Diagnóstica no apoio ao diagnóstico da esclerose múltipla
A esclerose múltipla é uma condição neurológica que exige atenção especializada desde os primeiros sinais. A ressonância magnética, quando indicada por um médico, representa uma ferramenta importante na identificação e acompanhamento desta doença.
No Anga Medicina Diagnóstica, o compromisso com a saúde se reflete na oferta de exames de imagem, sempre com o respaldo de um corpo clínico qualificado. Durante a campanha Agosto Laranja, reforçamos a importância do diagnóstico precoce como passo fundamental para o cuidado contínuo e individualizado.
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